sábado, 28 de abril de 2007

OS DESCOBRIMENTOS

ROTEIRO:

8º centenário da Independência e 3º da restauração de Portugal (RHM C160, C162)

600 anos do nascimento do Infante Dom Henrique

5º centenário de Isabel da Espanha

Recordação da partida de Colombo

Descobrimento das Américas e do Brasil (Cabral e Colombo)

500 anos da assinatura do Tratado das Tordesilhas

500 anos do descobrimento da América (caravelas + Colombo)

5º centenário do nascimento de Pedro Álvares Cabral (frota+Cabral; 1ª missa)

150 anos do nascimento do pintor Victor Meirelles (1ª missa)

Comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil (mapa+caravela)

Comemoração do 5º centenário do descobrimento do Brasil

500 anos do descobrimento da América: Fernão de Magalhães e Francisco Orellana

Bandeiras históricas: bandeira da Ordem de Cristo


LUBRAPEX 500/ 500 anos do descobrimento do Brasil (índios + portugueses)

CULTURA INDÍGENA - ARMAS
PRESERVAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA

Pintura corporal
Embora os europeus dissessem que os índios andavam nus, nada mais estranho para estes que tal idéia. Não precisavam cobrir o corpo, mas as pinturas corporais funcionavam como um código social: cada uma delas indicava uma situação específica (guerra, nascimento de filhos, ritos, luto etc.). Para os que conheciam o código, a pintura informava mais sobre seu estado que as roupas européias. Além disso, também facilitava a comunicação entre tribos que não falavam a mesma língua. Isto porque os índios não se pintavam aleatoriamente, mas usavam motivos baseados na natureza. Padrões como a espinha de peixe, a casca de jabuti, os rastros da cobra, do veado e da onça eram comuns a muitas tribos.




FONTES:


CULTURA INDÍGENA - YANOMANI


sexta-feira, 27 de abril de 2007




ARTE MARAJOARA


A Ilha de Marajó, a maior ilha fluvial do mundo, é cercada pelos rios Amazonas e Tocantins e pelo Oceano Atlântico. localiza-se no estado do Pará, região norte do Brasil. Foi habitada por vários povos desde, provavelmente, 1100 a.C.

De acordo com os progressos obtidos, esses povos foram divididos em cinco fases arqueológicas. A fase Marajoara é a quarta na seqüência da ocupação da ilha, mas é sem dúvida a que apresenta as criações mais interessantes.

A Cerâmica Marajoara é fruto do trabalho dos índios da Ilha de Marajó. A fase mais estudada e conhecida se refere ao período de 400/1400 dC.

Os índios de Marajó faziam peças utilitárias e decorativas. Confeccionavam vasilhas, potes, urnas funerárias, apitos, chocalhos machados, bonecas de criança, cachimbos, estatuetas, porta-veneno para as flechas, tangas (tapa-sexo usado para cobrir as genitália das moças) – talvez as únicas, não só na América mas em todo o mundo, feitas de cerâmica.

Os objetos eram zoomorfizados (representação de animais) ou antropomorfizados (forma semelhante ao homem ou parte dele), mas também poderiam misturar as duas formas-zooantropomorfos.

Visando aumentar a resistência do barro eram agregadas outras substâncias-minerais ou vegetais: cinzas de cascas de árvores e de ossos, pó de pedra e concha e o cauixi-uma esponja silicosa que recobre a raiz de árvores, permanentemente submersas.

As peças eram acromáticas (sem uso de cor na decoração, só a tonalidade do barro queimado) e cromáticas. A coloração era obtida com o uso de engobes (barro em estado líquido) e com pigmentos de origem vegetal. Para o tom vermelho usavam o urucum, para o branco o caulim, para o preto o jenipapo, além do carvão e da fuligem.

Depois de queimada, em forno de buraco ou em fogueira a céu aberto, a peça recebia uma espécie de verniz obtido do breu do jutaí, material que propiciava um acabamento lustroso.

Nas urnas funerárias, os índios colocavam os restos de seus mortos-ossos acompanhados de objetos. Externamente, tais urnas eram decoradas com desenhos gráficos relativos às crenças e aos deuses adorados.

A decoração da Cerâmica Marajoara era feita com traços gráficos simétricos e harmoniosos, em baixo e alto relevo, entalhes, aplicações e outras técnicas.

FONTES: