OS DESCOBRIMENTOS
ROTEIRO:
8º centenário da Independência e 3º da restauração de Portugal (RHM C160, C162)
600 anos do nascimento do Infante Dom Henrique
5º centenário de Isabel da Espanha
Recordação da partida de Colombo
Descobrimento das Américas e do Brasil (Cabral e Colombo)
500 anos da assinatura do Tratado das Tordesilhas
500 anos do descobrimento da América (caravelas + Colombo)
5º centenário do nascimento de Pedro Álvares Cabral (frota+Cabral; 1ª missa)
150 anos do nascimento do pintor Victor Meirelles (1ª missa)
Comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil (mapa+caravela)
Comemoração do 5º centenário do descobrimento do Brasil
500 anos do descobrimento da América: Fernão de Magalhães e Francisco Orellana
Bandeiras históricas: bandeira da Ordem de Cristo
LUBRAPEX 500/ 500 anos do descobrimento do Brasil (índios + portugueses)
Este blog apresenta o roteiro e o desenvolvimento da minha coleção temática montada a partir dos selos comemorativos e regulares do Brasil.
sábado, 28 de abril de 2007
PRESERVAÇÃO DA CULTURA INDÍGENA
Embora os europeus dissessem que os índios andavam nus, nada mais estranho para estes que tal idéia. Não precisavam cobrir o corpo, mas as pinturas corporais funcionavam como um código social: cada uma delas indicava uma situação específica (guerra, nascimento de filhos, ritos, luto etc.). Para os que conheciam o código, a pintura informava mais sobre seu estado que as roupas européias. Além disso, também facilitava a comunicação entre tribos que não falavam a mesma língua. Isto porque os índios não se pintavam aleatoriamente, mas usavam motivos baseados na natureza. Padrões como a espinha de peixe, a casca de jabuti, os rastros da cobra, do veado e da onça eram comuns a muitas tribos.

Pintura corporal
Embora os europeus dissessem que os índios andavam nus, nada mais estranho para estes que tal idéia. Não precisavam cobrir o corpo, mas as pinturas corporais funcionavam como um código social: cada uma delas indicava uma situação específica (guerra, nascimento de filhos, ritos, luto etc.). Para os que conheciam o código, a pintura informava mais sobre seu estado que as roupas européias. Além disso, também facilitava a comunicação entre tribos que não falavam a mesma língua. Isto porque os índios não se pintavam aleatoriamente, mas usavam motivos baseados na natureza. Padrões como a espinha de peixe, a casca de jabuti, os rastros da cobra, do veado e da onça eram comuns a muitas tribos.
FONTES:
sexta-feira, 27 de abril de 2007



ARTE MARAJOARA
A Ilha de Marajó, a maior ilha fluvial do mundo, é cercada pelos rios Amazonas e Tocantins e pelo Oceano Atlântico. localiza-se no estado do Pará, região norte do Brasil. Foi habitada por vários povos desde, provavelmente, 1100 a.C.
De acordo com os progressos obtidos, esses povos foram divididos em cinco fases arqueológicas. A fase Marajoara é a quarta na seqüência da ocupação da ilha, mas é sem dúvida a que apresenta as criações mais interessantes.
A Cerâmica Marajoara é fruto do trabalho dos índios da Ilha de Marajó. A fase mais estudada e conhecida se refere ao período de 400/1400 dC.
Os índios de Marajó faziam peças utilitárias e decorativas. Confeccionavam vasilhas, potes, urnas funerárias, apitos, chocalhos machados, bonecas de criança, cachimbos, estatuetas, porta-veneno para as flechas, tangas (tapa-sexo usado para cobrir as genitália das moças) – talvez as únicas, não só na América mas em todo o mundo, feitas de cerâmica.
Os objetos eram zoomorfizados (representação de animais) ou antropomorfizados (forma semelhante ao homem ou parte dele), mas também poderiam misturar as duas formas-zooantropomorfos.
Visando aumentar a resistência do barro eram agregadas outras substâncias-minerais ou vegetais: cinzas de cascas de árvores e de ossos, pó de pedra e concha e o cauixi-uma esponja silicosa que recobre a raiz de árvores, permanentemente submersas.
As peças eram acromáticas (sem uso de cor na decoração, só a tonalidade do barro queimado) e cromáticas. A coloração era obtida com o uso de engobes (barro em estado líquido) e com pigmentos de origem vegetal. Para o tom vermelho usavam o urucum, para o branco o caulim, para o preto o jenipapo, além do carvão e da fuligem.
Depois de queimada, em forno de buraco ou em fogueira a céu aberto, a peça recebia uma espécie de verniz obtido do breu do jutaí, material que propiciava um acabamento lustroso.
Nas urnas funerárias, os índios colocavam os restos de seus mortos-ossos acompanhados de objetos. Externamente, tais urnas eram decoradas com desenhos gráficos relativos às crenças e aos deuses adorados.
A decoração da Cerâmica Marajoara era feita com traços gráficos simétricos e harmoniosos, em baixo e alto relevo, entalhes, aplicações e outras técnicas.
FONTES:
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